domingo, 20 de janeiro de 2013
Provas de 2013
05/05/2013 - Campeonato PE de Duathlon Terrestre - Aurora
13/10/2013 - Campeonato PE de Duathlon Terrestre - Autódromo de Caruaru
10/11/2013 - Campeonato PE de Duathlon Terrestre - Aurora
A: Corrida de 10,0 km, 40,0 km de ciclismo e correr 05,0 km
B: Corrida de 05,0 km, 20,0 km de ciclismo e correr 02,5 km
sábado, 12 de janeiro de 2013
Mundo TRI
MundoTRI - Triathlon - Triatlo - Ironman
O Mundo Tri é uma Revista Eletrônica sobre triathlon, natação, ciclismo e corrida. Acompanhamos todas modalidades de triathlon, desde o sprint até Ironman e Ultraman.
O Mundo Tri é uma Revista Eletrônica sobre triathlon, natação, ciclismo e corrida. Acompanhamos todas modalidades de triathlon, desde o sprint até Ironman e Ultraman.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Pedalar com Clip
Bom pessoal, pedalar com clip tem seus pós e contra, tudo depende do teu objetivo, para facilitar vou expor alguns pontos que podem ajudar quem está com dúvida sobre o uso de pedal com clip.
Primeiro você tem que estar ciente do teu objetivo. Se está buscando ou não um bom desempenho nas pedaladas.
Pedalar com clipe, basicamente trata-se de uma sapatilha de solado rígido, que possui um taco de apoio e este por sua vez encaixa-se no pedal.
2º) Taco ( Peça que serve para regular tua pisada e para unir a sapatilha ao Pedal ).
3º) Pedal ( Tem um regulador que aumenta ou diminui a pressão do clip, para os iniciantes é bom utilizar bem folgado para ir se acostumando e evitar quedas ).
Ao colocar o pé sobre o pedal e pressionar, você irá ouvir o som do encaixe.
Ao girar o pé para o lado, o taco se solta do pedal e seu pé estará livre.
Para Ajustar o taco verifica sua pisada, pois a sapatilha tem que acompanhar o alinhamento de sua pisada, para que fique confortável e eficiente.
Vamos ver agora os Prós e Contras:
Prós:
- O rendimento pode chegar a 45% a mais, principalmente em subidas e sprints.
- É mais seguro em algumas manobras, pois seu pé não irá escorregar no pedal.
- Você irá aproveitar muito mais a energia da pedalada, diminuindo o desgaste físico e aumentando a distância percorrida.
- O pedal apóia o seu pé na região onde se consegue mais alavanca, aumentando a potencia de chute e possibilitando utilizar o “puxão” do pedal de baixo pra cima para aumentar o nível de aproveitamento de energia.
- Todos os ciclistas profissionais utilizam este tipo de equipamento.
Contras:
- Pode haver quedas, devido à falta de adaptação do equipamento. Por isso se torna imprescindível o uso do capacete.
- O valor às vezes não é muito atrativo, podendo chegar aos quatro dígitos. Então veja se é um upgrade realmente necessário e se você necessita deste tipo de equipamento.
- Por se tratar de um calçado muito rígido, pode haver desconfortos pedalando grandes distâncias.
Importante:
- Tenha cautela no inicio. Enquanto não estiver acostumado ao uso, não utilize vias muito movimentadas. Procure um local plano e com o menor transito de veículos e pedestres possível, com fim de evitar algum acidente.
- Treine com a mola do pedal bem solta para se acostumar.
- Existem no mercado inúmeras marcas, modelos e valores, procure um que atenda suas necessidades.
- Fique clipado só quando estiver em boa velocidade e vá treinando o “clipar-desclipar”.
- No começo, ao enfrentar trechos com obstáculos de difícil transposição, fique atento antecipadamente e já imagine o movimento de soltar o pé do pedal, evitando o desequilíbrio natural.
- Mantenha sempre o pedal limpo e lubrificado, interna e externamente, a fim de que possam clipar e desclipar facilmente e mantenham a rolagem perfeita.
- Escolha um modelo de sapatilha que se adapte ao formato do seu pé.
Com algumas dicas simples e utilizando o equipamento de forma correta, podemos melhorar muito a performance e aproveitar as pedaladas de uma forma mais emocionante e divertida. Bom pedal a todos!
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Upgrade - Evolução !!!
Bom pessoal, para descontrair, segue evolução das minhas Bikes:
Minha primeira pedalada foi na Barra circular de Zé Mancim.... ele me segurando claro.
Minha primeira bike Monarque BMX que ganhei de Papai Noel kkkkkkk
Minha primeira magrela(Eu sei... Eu sei... mas fazer o que né !)
Minha primeira magrela de Entrada(Tempo Bom !)
Minha Primeira bike TT
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Treino
Treinamento... Falar sobre esse assunto é sempre muito polêmico. Cada um que queira defender a sua teoria.
Depois de um longo tempo lendo, treinando e simulando montei a minha conclusão.
Sendo bem claro, não existe um treinamento que atenda a todos os Objetivos e Pessoas.
Cada Objetivo tem sua particularidade e somado a "Pessoa" é que suas deficiências serão corrigidas e suas qualidades serão mantidas para o Objetivo escolhido.
Cada Pessoa tem seu biotipo, Saúde, resistência, foco, comprometimento,recurso e tempo disponível para treinos.
Depois de um longo tempo lendo, treinando e simulando montei a minha conclusão.
O melhor treinamento é aquele montado sobre o "Triângulo do Objetivo"
Isto significa que para cada Objetivo(Modalidade/Pretensão) os treinos deverão ser montados sobre esses 3 pilares - Frequência cardíaca , Cadência e Esforço
- Frequência cardíaca : Nos mostrar o quanto nosso coração está se esforçando para atingir um determinado objetivo e para estabelecer zonas de alvo, ou valores percentuais para cada trabalho em função da FCM (freqüência cardíaca máxima). Lembre-se que dias de calor, frio, desidratação, cansaço e outros fatores podem influenciar diretamente nessa medição. Estar bem Alimentado, com o sono em dia, ter uma boa qualidade de vida, vai influenciar no seu treinamento...
Ir a um cardiologista para te avaliar: Teste Cardiopulmonar ou Ergoespirometria , eletrocardiograma e ecocardiograma vai te dar base para montar o teu treinamento de forma segura.
Ir a um Clínico Geral para verificar suas taxas: hemograma completo.Ir a um Nutricionista para te dar apoio nutricional. - Cadência : Excelente indicador para “organizar” o esforço da pedalada. Independente do estilo de pedalada ser “força” ou “giro”, o treinamento de ambos na forma de cadencias elevadas ou baixas tem muito a agregar na obtenção do resultado final que é a potência.
- Esforço : Essa é uma medida muito subjetivo e complicado de explicar, mas um bom percurso faz você estimular bem esse sentido.
Percurso com Subidas e descidas longas e curtas e com trechos planos, assim treinando algumas especialidades como escalada, Passista e Sprint.
Treinar com vento, sol, chuva e o tempo de cada treino deve ser considerado dependendo do teu objetivo.
Com o teu Objetivo traçado é só montar sua planilha de treino, não é simples, pois só com o tempo, adaptação e ajustes é que os resultados serão enxergados.
Veja os lugares disponíveis para o treino e que seja em grupo, pois as bikes não são baratas.
Um bom grupo é muito importante, pois assim como um time de futebol, um bom jogador não joga sozinho existe uma equipe para se completar e apoiar.
Mantenha o foco, seja disciplinado.
Veja os lugares disponíveis para o treino e que seja em grupo, pois as bikes não são baratas.
Um bom grupo é muito importante, pois assim como um time de futebol, um bom jogador não joga sozinho existe uma equipe para se completar e apoiar.
Mantenha o foco, seja disciplinado.
Abraço
Pedalada Redonda
Para a grande maioria das pessoas pedalar significa empurrar o pedal para baixo, como mostra a figura 1. Isto funciona, mas está longe de ser a forma mais eficiente. O correto é fazer o movimento mais circular possível com os pés, como na figura 2, assim as duas pernas trabalham juntas e promovem uma pedalada bem mais eficiente.
A sapatilha não é somente um acessório, é uma aliada e parte fundamental para a eficiência da pedalada.
Retorno (ponto alto)
Na passada dos pés pela parte de baixo da pedalada, você deve sentir os pés como se estivessem limpando as solas dos sapatos num tapete, tirando-lhes a terra. Faça força somente na parte de baixo da pedalada (ou seja, uma perna impulsiona a outra para cima).
Puxada
O segundo mais importante movimento, perceba os joelhos subindo e passando pelos pontos altos da pedalada. Faça com que eles subam ao máximo, sem que o movimento fique pontudo, quebrado. A pedalada vem de baixo e de trás - e não somente de baixo, como a gente acredita. Procure impulsionar a bicicleta somente com o movimento da puxada das pernas, sem fazer força para baixo.
Chute (ponto baixo)
Apesar de serem considerados "pontos mortos" da pedalada, os pontos alto e baixo devem ser sentidos e observados. Eles são a perfeita união entre a compressão e a puxada das pernas, fazendo com que a pedalada fique redonda e perfeita. Na parte superior, a transição pode ser acompanhada de mais força se você chutar o pedal para frente, assim essa parte do movimento também representa força transmitida para a bicicleta e mais músculos movimentados.
Compressão
É a única fase em que você não precisa treinar, pois é a que você fez a vida inteira depois que aprendeu a se equilibrar na bicicleta..
Ajustes e Consequências
Veja algumas dores que podem surgir durante a pedalada e como dar um jeitinho nelas. Muitas são simplesmente uma questão de regulagem da bicicleta.
Se você sentir após um tempo de pedaladas desconforto ou queimação nos pés, pare e solte um pouco o cadarço do tênis ou as tiras da sapatilha. O desconforto é devido ao inchaço dos pés, sobretudo nos dias quentes. Você também pode caminhar por uns metros para estimular a circulação sangüínea nesta área.
Dores no tendão de Aquiles podem ser o sinal de um selim demasiado baixo. Com o selim baixo você é forçado a pedalar com o pé na horizontal, forçando assim o tendão. Com o selim um pouco mais para cima, seu pé trabalhará inclinado para a frente aliviando a tensão no tendão de Aquiles.
Dores no pescoço, quando você segura na parte de baixo do guidão em uma bike speed, podem ser o sinal de um guidão muito baixo. Levante-o até que fique uns três ou cinco centímetros mais baixo que a ponta do selim.
Se você sente dores na região lombar (parte inferior das costas) muitas vezes é sinal que você precisa fortalecer os músculos do abdômen. Um abdômen flácido, sobrecarrega a região lombar ao pedalar. Para isso, somente exercícios abdominais resolvem.
Dores nos braços (tríceps) durante a pedalada podem ser um sinal que sua mesa está muito longa.
Dores nos ombros, em contrapartida, podem ser sinal de uma mesa muito curta.
Formigamento e dormência nas mãos são facilmente resolvidos se você relaxar e não apertar com exagero a mão na manopla. De tempos em tempos, tire a mão do guidão e agite-a ou faça movimentos para ajudar na circulação. Isso resolve!
Dores nos dedos das mãos após um longo trecho freando em trilha de downhill são normais. Tão logo possível, faça uns movimentos com as mãos que a dor passará.
Evite dores no pescoço movimentando sua cabeça de tempos em tempos para um lado e para outro, e também encostando sua cabeça no seu peito. Faça esses movimentos especialmente quando estiver pedalando na parte baixa do guidão de uma speed. Essa pequena ginástica também é válida para cicloturistas e mountain bikers.
Dores e fisgadas após a pedalada, na parte de trás da panturrilha e na parte de fora do joelho, podem ser sinal de um taquinho mal regulado. Vá a uma boa oficina de bikes e peça ajuda ao mecânico para achar a melhor posição para você.
Após um passeio ou treino forte, faça pelo menos 10 minutos de giro leve com sua bike e evite as subidas. Isso ajuda a evitar a queimação nas pernas pós exercício. Alongamentos bem feitos antes e depois da pedalada são a chave para evitar muitas dessas dores.
Alongue não somente os membros inferiores (pernas) mas também costas, braços, ombros, pescoço e até mesmo as mãos. Se não conhecer os tipos de alongamentos, peça ajuda a um professor de educação física. Caso as dores persistam e não se resolvam com ajustes na bike, procure orientação médica.
Bike Fit !!!!
Quando começamos a pedalar muitas vezes não nos damos conta de que algumas regulagens da bike agem de maneira muito negativa sobre nosso organismo se alguns cuidados não forem tomados. O bike fit é uma maneira de garantir que você "vista" sua bike da melhor forma possível através da medição de diversas partes do corpo visando a adequação dos componentes da bicicleta a suas dimensões. Afinal de contas é a bicicleta que deve ser adaptar à você e não o oposto.
Depois de Escolher o Tamanho certo de sua bike, tenha atenção em 5 pontos
1º) Altura do Selim: (Vertical)
2º) Tamanho do Selim:
3º) Posição do Selim: (Horizontal)
4º) Posição dos Braços:
Fantástico vídeo
Depois de Escolher o Tamanho certo de sua bike, tenha atenção em 5 pontos
1º) Altura do Selim: (Vertical)
Para ajustar a altura do selim faça o seguinte procedimento: apoie seu calcanhar no pedal, eleve o selim até que sua perna esteja totalmente esticada, ou seja formando um angulo de 180 graus (ao encaixar a sapatilha esta distancia irá diminuir e você terá uma flexão perfeita no joelho que vai te dar a melhor performance possível.
2º) Tamanho do Selim:
Há uma forma de selim para cada corpo. Não é o formato do selim que dá mais conforto, mas como ele acomoda os ísquios e a musculatura das nádegas.
Homens e mulheres têm ossatura de bacia e nádegas diferentes, portanto precisam selins específicos. Isto não descarta que um selim masculino não funcione bem para uma mulher ou vice versa.
Experimente vários selins diferentes antes de optar pelo seu. Não há uma fórmula para chegar ao formato correto do selim a não ser por tentativa. Não descarte experimentar qualquer selim, mesmo aquele que é fino e parece desconfortável. As aparências enganam.
Selins mais largos são mais apropriados para pequenos percursos e pouco tempo de pedal, mas são desconfortáveis para um pedalar mais agressivo e muito tempo sobre a bicicleta.
3º) Posição do Selim: (Horizontal)
O recuo do selim é outro ajuste fundamental, tendo em vista a otimização da tua bike para uma eficiência máxima. O objetivo, como ponto de partida, é posicionar, na vertical, a rótula do joelho sobre o eixo do pedal, quando os pedais se encontram em posição neutra (na horizontal). Para esta medição, a bike tem necessariamente de estar sobre uma superfície horizontal e o ciclista deve usar o seu calçado de pedal.
Um posicionamento recuado 1 a 6 cm atrás da posição neutra proporciona melhor tração nas subidas mantendo-se sentado e é adequado para ciclistas que optam por cadências de pedalada mais lentas, com maior aplicação de força. Por oposição, um ajuste avançado 1 a 2 cm em relação à posição neutra é adequado para quem tem uma cadência de pedalada mais elevada. Este ajuste pode também ser recomendado para ciclistas que tenham tendência para sofrer de dores lombares.
4º) Posição dos Braços:
O ideal é mantê-los semiflexionados, lembrando que o tamanho da bike, altura do guidão e ajuste da altura do selim vão influenciar neste angulo.
5º) Posição da Sapatilha
A primeira regulagem que devemos fazer logo após obter o tamanho do quadro é a do TAQUINHO nas SAPATILHAS. O eixo do pedal deve estar alinhado com a articulação do OSSO METATARSO do pé (por onde dobramos o dedão do pé) para assim aproveitar toda a potencia da perna e não sobrecarregar nenhum grupo propulsor. Ao calçar a sapatilha marque o ponto exato desta articulação, e uma vez encaixado o taquinho no pedal, verifique sua correta posição. Algumas sapatilhas como a SIDI já possuem uma marca (risco) na sola, que mostra exatamente onde deverá ser posicionado o taquinho que também tem um risco na lateral que deverá estar alinhado com o risco da sola da sapatilha. Estes riscos tanto da sola da sapatilha quanto da lateral do taquinho facilitam encontrar a posição correta!
Fantástico vídeo
As diferentes Zonas Alvo da Frequência Cardíaca
Você pode estimar sua frequência cardíaca máxima(FCMáx) por essas fórmulas simples:
Homens: 220 - (sua idade)
Mulheres: 226 - (sua idade)
Mulheres: 226 - (sua idade)
Zona de Manutenção – 50 a 60% da frequência cardíaca máxima. Utilizada no trabalho com principiantes, no retorno das atividades após um período de interrupção, na recuperação após treinos exaustivos ou em aquecimentos. ( FCMáx * 0,5 a FCMáx * 0,6 )
Zona Aeróbia (queima de gordura) – 60 a 70% da frequência cardíaca máxima. Utilizada para melhorar a capacidade aeróbia. Por usar os lipídios como fonte energética, é a ideal para quem deseja diminuir a percentagem de gordura corporal. Quanto maior for a duração dos treinos, melhores serão os resultados. ( FCMáx * 0,6 a FCMáx * 0,7 )
Zona do Limiar Aeróbio (resistência) – 70 a 80% da frequência cardíaca máxima. Esta zona é a ideal para os atletas que praticam desportos que exigem grande resistência, como ciclismo, corrida e futebol. Nessa faixa, a capacidade funcional do organismo melhora consideravelmente, pois existe um aumento substancial de algumas funções: p.e., da ventilação pulmonar, do volume de sangue bombeado. ( FCMáx * 0,7 a FCMáx * 0,8 )
Zona Limiar Anaeróbio – 80 a 90% da frequência cardíaca máxima. Os principais benefícios desta zona, são a melhora do VO2máx e uma maior tolerância do organismo ao lactato. Isto significa que você vai melhorar sua resistência e não irá se cansar tão facilmente. O treino nesta zona exige o acompanhamento de um especialista. ( FCMáx * 0,8 a FCMáx * 0,9 )
Zona de Esforço Máximo – 90 a 100% da frequência cardíaca máxima. Esta zona é tão intensa que só deve ser utilizada por pessoas que estão em ótima forma física. O ideal é que ela seja intercalada com treinos em outras faixas para evitar os riscos de lesões musculares. O treino nesta zona exige o acompanhamento de um especialista ( FCMáx * 0,9 a FCMáx * 1 )
Receita Isotônico
Receita Isotônico
* 1 litro de água filtrada bem gelada.
* 1 limão. (na hora)
* 1 Colher de Sopa de mel )
* 1 grama de sal. (Sache de sal nos restaurantes)
1. Dissolva o mel e o sal num copo com um pouquinho de água quente
2. Acrescente o suco e a água gelada
3. Pronto!! Acabe com sede!
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